sexta-feira, 16 de Abril de 2010

A Asma na Gravidez



Sabe-se que a maioria dos medicamentos podem afectar o feto por via sanguínea. Sendo assim, um(a) médico(a), ao prescrever medicação a uma mulher grávida (ou a mulheres que querem conceber), ponderam muito antes de o fazer - mas a verdade é que os riscos ainda são maiores, tanto para a mãe como para o bebé, quando uma doença não é tratada.



A Asma é uma doença em que é absolutamente necessário o uso de fármacos - se não for controlada numa mulher grávida, qualquer que seja o seu grau de gravidade, leva a uma diminuição de Oxigénio no sangue da mãe e do feto, aumentando o risco de complicações quer na gravidez, quer no período neonatal.




Sendo assim, um bom controlo da Asma numa mulher grávida não só previne os problemas referidos anteriormente, como também evita outros associados a esta doença: Pré-eclampsia, mortalidade perinatal, parto prematuro, atraso de crescimento intra-uterino e malformações congénitas.
Conclusão: os riscos da Asma não controlada são bem maiores do que os riscos que poderão causar os medicamentos para esta doença.



Nesta perspectiva, as mulheres têm de perder o medo de usar os medicamentos para controlar a sua Asma durante a gravidez, com a certeza de que os fármacos mais recentes não têm sido associados com o aumento de riscos para o feto.





Existe um estudo científico feito na Suécia que demonstrou não haver aumento na incidência de malformações congénitas nos bebés de mães que foram tratadas, durante a gravidez, com fármacos da última geração.





  • Prescrever durante a gravidez:

Se for absolutamente necessário administrar medicamentos durante a gestação, como no caso do tratamento da Asma, deve prescrever-se doses mínimas eficazes de fármacos que sejam mais utilizados e estudados como sendo seguros.


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