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sexta-feira, 27 de maio de 2011

O uso do Telemóvel na Gravidez

                                     

Na Dinamarca, um grupo de investigadores fez um estudo interessante sobre o uso de Telemóvel na gravidez e suas consequências.
A análise foi feita em cerca de 100 mil mulheres grávidas dinamarquesas, entre 1996 e 2002, e em mais de 28 mil crianças (filhos destas mesmas mulheres) que teriam, pelo menos, 7 anos em Dezembro de 2008.
O resultado deste estudo revelou algo importante a considerar: as grávidas que utilizam regularmente o Telemóvel correm um risco acrescido de terem crianças com problemas comportamentais, sobretudo se estas mesmas crianças também usarem o Telemóvel precocemente.
Por isso, fica aqui um conselho: evite o máximo possível o uso de Telemóvel durante a gravidez e, claro está, não planeie dar um ao seu filho quando ainda for uma criança!...

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O Álcool na Gravidez


Tal como a Nicotina, a qual está presente no Tabaco, também o álcool é transmitido ao seu bebé através da Placenta, afectando, sobretudo, o Cérebro devido à sua vulnerabilidade por não se encontrar completamente desenvolvido.
As mães que consomem muito álcool têm bebe´s com deficiências físicas e mentais, genericamente conhecidas como "Síndrome Alcoólico Fetal".
Visto que não se sabe a quantidade de Álcool que não se revela prejudicial para o bebé, aconselha-se às grávidas a abstinência total do consumo de Álcool.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Quando surgem hemorragias na Gravidez


Quando surge uma Hemorragia na gravidez, deve ser sempre levada a sério, mesmo que não sinta dor.
As causas podem ter diferentes origens:
  • Ameaça de Aborto:
Uma Hemorragia no 1º trimestre de gravidez pode conduzir a um aborto. Quando tal acontece, o corrimento do sangue é mais forte do que o da Menstruação, acompanhado de dores semelhantes a cãibras.
Mas, felizmente, nem sempre a Hemorragia resulta em aborto - a este fenómeno lhe é dado o nome de "Ameaça de Aborto". Neste caso, o(a) médico(a) recomenda repouso absoluto até a Hemorragia parar. Depois é feita uma Ecografia para determinar se o Feto continua vivo.
Nos casos em que ocorre o aborto, o mais frequente é tratar-se de um erro genético, o qual a Natureza se encarrega de impedir o seu prosseguimento;


  • Gravidez Ectópica:
Quando o óvulo fecundado se alojou numa das Trompas de Falópio, e não no Útero como deveria, trata-se de uma Gravidez Ectópica, a qual é bastante perigosa e normalmente exige intervenção cirúrgica.
Este género de gravidez pode manifestar-se numa Hemorragia, ou não, com dores fortes no abdómen;
  • Deslocamento prematuro da Placenta:
Embora seja raro, no último trimestre da gravidez pode dar-se um deslocamento prematuro da Placenta das paredes do Útero, o que oferece algum perigo para a mãe e para o bebé.
Se já se encontra a viver o seu 3º trimestre de gravidez, e se tiver Hemorragias, consulte imediatamente um(a) médico(a)!



  • "Placenta Prévia":
"Placenta Prévia" é uma situação em que a Placenta se colocou na parte baixa do Útero, bloqueando o Colo do Útero total ou parcialmente.
Quando o Colo do Útero se abre no início do trabalho de parto, pode desencadear Hemorragias.
Nos casos em que o Colo do Útero se encontra totalmente bloqueado, o bebé terá de nascer por meio de uma Cesariana; 
  • Hemorragias no Colo do Útero:
O Colo do Útero, durante a gravidez, fica mais susceptível ao contacto devido a uma maior irrigação sanguínea. Sendo assim, podem surgir pequenas Hemorragias depois de ter relações sexuais, ou depois de ser examinada pelo(a) Obstetra. Não se preocupe, pois isto não representa perigo. Ainda assim deve ser examinada pelo(a) médico(a) para ter a certeza que está tudo bem.
O "Rolhão Mucoso", quando se liberta pouco antes do nascimento, pode vir acompanhado com sangue, mas tal é normal e não é motivo para alarme.


Se ocorrerem Hemorragias durante a gravidez:
  • contacte imediatamente o seu médico ou Hospital/Maternidade;
  • deite-se na cama e mantenha-se quente, se estiver em casa. Se estiver fora de casa, tente encontrar um local calmo para descançar até chegar ajuda;
  • mantenha vestidas as roupas sujas de sangue e não limpe as manchas até que o(a) médico(a) as tenha examinado;
  • não coma nem beba nada sem autorização do(a) médico(a).

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Tabaco: um perigo para a Grávida e para o Feto


Todos nós sabemos que o tabaco faz mal à saúde! Quem fuma tem maior probabilidade de morrer de Cancro do Pulmão ou de Enfarte Cardíaco.
Que riscos corre o seu bebé se continuar a fumar durante a gravidez?
Quando fuma, o Monóxido de Carbono e a Nicotina são transmitidos ao bebé pela sua circulação sanguínea, reduzindo a quantidade de Oxigénio e de Nutrientes que o feto necessita.
Quanto mais cedo largar o tabaco, melhor será para o seu bebé. Tente convencer também o seu parceiro a deixar de fumar ou, pelo menos, a não fumar perto de si, para que o seu bebé, quando nascer, não se torne um fumador passivo.
As crianças cujos pais são fumadores sofrem mais frequentemente de doenças respiratórias, dos ouvidos e da garganta.

Riscos para o bebé:
  • Baixo peso à nascença;
  • Aborto, nascimento prematuro ou parto de nado-morto;
  • Morte súbita do bebé (após o nascimento) devido a atrasos no crescimento e anomalias renais.


Sugestões para deixar de fumar:
  • Em vez de pegar num cigarro, faça algo que lhe dê prazer e que a distraia: dar um passeio, por exemplo;
  • Mantenha as mãos ocupadas, fazendo malha, ou pintando...
  • Pense no dinheiro que passará a poupar se não fumar;
  • Use locais para não-fumadores em espaços públicos;
  • Procure apoio para deixar de fumar no Centro de Saúde.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Gravidez Ectópica

Quando se dá o encontro entre o Óvulo e o Espermatozoide, o ovo pode, anormalmente, anidar-se na Trompa de Falópio. A este fenómeno dá-se o nome de Gravidez Ectópica.


O ovo, ao não ter espaço para se desenvolver, acaba por morrer, normalmente, antes do 3º mês de gestação. Entretanto ele corrói lentamente a parede da Trompa, podendo provocar o seu rebentamento (e isto é grave!).
É importante que este tipo de gravidez seja diagnosticada o mais cedo possível, para que o médico encontre a melhor maneira possível de lhe provocar o aborto - este tipo de gravidez não pode evoluir!
Fica, então, uma dica importante: se no princípio da gravidez tiver dores e perda de sangue, consulte imediatamente o seu médico!

Se já lhe aconteceu esta situação, e pensa engravidar novamente mas tem receio, acredite que pode levar a bom termo uma ou mais gestações, mas procure ser acompanhada o máximo possível pelo seu médico.

domingo, 18 de abril de 2010

Aborto - O desvanecer de um sonho...

Durante os 3 primeiros meses de gravidez, os abortos são frequentes. Acredita-se que acontece a 30 grávidas em cada 100 na sua primeira gravidez.

Normalmente o aborto manifesta-se quando parece que a gravidez decorre bem e, súbitamente, sente dores no ventre e tem perda de sangue.
Se está grávida e isto lhe acontecer, pense primeiro se não estará na data da sua suposta menstruação. Isto acontece em algumas grávidas nos primeiros 2 ou 3 meses de gravidez, sem qualquer gravidade para o feto.
Mesmo assim, vá ao(à) médico(a) imediatamente. Só ele lhe poderá tentar explicar essa perda de sangue, após examina-la. Mas esta tarefa é difícil, e é comum que o médico peça para fazer uma Ecografia para determinar se é, ou não, uma gravidez normal, conforme o volume e o aspecto do feto.
Quando surge uma ameaça de aborto, resta esperar e ver como evolui a situação. Isto é desconfortável e pode durar vários dias.



Quando se dá uma ameaça de aborto, e se detecta que é devido a outros factores e não à má formação do feto, a grávida é submetida a um tratamento hormonal. Normalmente o(a) médico(a) aconselha uma interrupção na actividade profissional e, nalguns casos, também se torna necessário permanecer deitada.

Nalguns casos, a gravidez continua a decorrer favoravelmente: as perdas de sangue diminuem e o feto continua a desenvolver-se. O(A) médico(a) pede para fazer uma Ecografia para confirmar a evolução da gravidez, e permite-lhe retomar a vida normal quando achar que já não existe mais o risco de aborto.

Existem casos de mulheres que após terem passado por esta situação, sentiram medo de dar à luz um bebé com mal-formações. Mas este medo é injustificado porque, se não aconteceu o aborto, tem as mesmas probabilidades de ter um bebé normal como qualquer outra gravidez!

Mas, quando a ameaça acentua, e o tratamento hormonal não surte efeito, eis que se dá o aborto...
Normalmente o útero provoca as contracções para expulsar o feto, mas quando tal não acontece, são introduzidos vários comprimidos indicados no Útero para provocar as contrações.

Depois de um aborto, é normal que a mulher se sinta deprimida, pois ela estava feliz por esperar um filho e vê o seu sonho destruído. Também se deve à perturbação hormonal que se segue à paragem da gravidez.
Se já passou por esta situação e se sente deprimida, fale com o seu médico!...


A maior parte dos abortos é acidental, e as gestações seguintes terminam em boas condições. Esses abortos se devem a uma anomalia cromossómica (corresponde a cerca de 70% dos abortos que acontecem no primeiro trimestre de gravidez): provêm de um erro da Natureza, e que ela própria corrige com a expulsão do feto defeituoso.




Existem casos, porém, em que a origem dos abortos tem uma causa mais ou menos permanente, o qual tem de ser identificada e tratada. Dou alguns exemplos:
  • deformação do Útero: pode ter um fibroma, má formação congénita, desenvolvimento insuficiente (Útero infantil) ou estar retrovertido;
  • cicatrizes na mucosa, normalmente resultantes de uma "raspagem" feita ao Útero após um aborto problemático;
  • doenças maternais: infecções na vagina ou noutros órgãos que invadem o ovo pelo sangue. A hipertensão, doenças parasitárias e certas intoxicações também podem provocar o aborto;
  • gravidez extra-uterina: quando o ovo se anida, anormalmente, numa Trompa de Falópio que, não tendo espaço para se desenvolver, morre, em geral, antes do 3º mês de gravidez. Também se entende por gravidez extra-uterina quando o ovo se anida noutras partes indevidas do Aparelho Reprodutor Feminino;
  • deslocamento da Placenta.

sábado, 17 de abril de 2010

Vamos conhecer Joaquin Phoenix... um famoso ator com Lábio Leporino!



Joaquin Rafael Phoenix nasceu no dia 28 de Outubro de 1974 em San Juan, no Porto Rico. Seus pais eram John Lee Bottom, um carpinteiro de Califórnia, e Arlyn Phoenix, uma judia de New York, ambos dos Estados Unidos.
A fim de ajudar financeiramente a família, Joaquin e seus 4 irmãos cantavam e tocavam instrumentos em vários concursos, onde viriam a ser descobertos por uma agente de talentos infantis de Hollywood, Iris Burton.
No dia 31 de Outubro de 1993, o seu irmão River Phoenix morreu de overdose (drogas). Joaquin estava com o seu irmão na hora em que ele passou mal. Ligou para as urgências na tentativa de o salvar, e a gravação deste pedido de ajuda foi tocada, repetidamente, pelos meios de comunicação. A intrusão dos média na sua vida pessoal revelou-se esmagadora, e ele afastou-se do Cinema, regressando um ano mais tarde, de forma relutante, devido à insistência dos seus amigos.



Durante a sua vida, Joaquin tornou-se um dedicado vegetariano desde os 3 anos de idade; namorou a lindíssima atriz Liv Tayler; contracenou com Nicole Kidman em 1995, no filme "Um sonho sem limites"; foi nomeado, no ano 2000, para um Óscar pelo seu papel de cruel imperador romano "Commodus", no filme "O Gladiador"; ganhou o "Prémio Humanitário" em 2005, no Festival de San Diego; teve um aparatoso acidente de carro em Janeiro de 2006, onde foi salvo pelo excêntrico actor alemão Werner Herzog; participou nos filmes "Sinais" (como ex-jogador de Baseball), "A Vila" (como agricultor), "Brigada 49" (como heroico bombeiro), entre outros; deu voz a Kenai no filme da Disney "Kenai e Koda" ("Irmão Urso" no Brasil); dá o seu apoio a várias organizações humanitárias, entre elas a Amnistia Internacional; e é membro da PETA, a maior organização de defesa dos direitos dos animais do mundo!
Como pode ver, a marca que tem no rosto devido ao Lábio Leporino com que nasceu não o impediu de lutar pela vida, de se tornar num famoso actor, de ajudar quem precisa e, inclusive, de ser visto como um galã por muitas mulheres!
Atualmente, Joaquin tem estado virado para o mundo da música Hip Hop - na minha opinião pessoal, mudou também para um visual que não o favorece!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

A Asma na Gravidez


Sabe-se que a maioria dos medicamentos podem afetar o feto por via sanguínea. Sendo assim, um(a) médico(a), ao prescrever medicação a uma mulher grávida (ou a mulheres que querem conceber), ponderam muito antes de o fazer - mas a verdade é que os riscos ainda são maiores, tanto para a mãe como para o bebé, quando uma doença não é tratada.



A Asma é uma doença em que é absolutamente necessário o uso de fármacos - se não for controlada numa mulher grávida, qualquer que seja o seu grau de gravidade, leva a uma diminuição de Oxigénio no sangue da mãe e do feto, aumentando o risco de complicações quer na gravidez, quer no período neonatal.
Sendo assim, um bom controlo da Asma numa mulher grávida não só previne os problemas referidos anteriormente, como também evita outros associados a esta doença: Pré-eclampsia, mortalidade perinatal, parto prematuro, atraso de crescimento intrauterino e malformações congénitas.
Conclusão: os riscos da Asma não controlada são bem maiores do que os riscos que poderão causar os medicamentos para esta doença.


Nesta perspetiva, as mulheres têm de perder o medo de usar os medicamentos para controlar a sua Asma durante a gravidez, com a certeza de que os fármacos mais recentes não têm sido associados com o aumento de riscos para o feto.

Existe um estudo científico feito na Suécia que demonstrou não haver aumento na incidência de malformações congénitas nos bebés de mães que foram tratadas, durante a gravidez, com fármacos da última geração.
  • Prescrever durante a gravidez:
Se for absolutamente necessário administrar medicamentos durante a gestação, como no caso do tratamento da Asma, deve prescrever-se doses mínimas eficazes de fármacos que sejam mais utilizados e estudados como sendo seguros.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Estou grávida... e sozinha


Se está grávida e, por qualquer motivo (não importa referir exemplos, pois, infelizmente, existem vários), está sozinha para criar o seu bebé, é bem natural que sinta um aperto no coração cada vez que se fale em "vivência a dois numa gravidez".
Para uma mãe solteira, a solidão é um problema a resolver: "Onde irei procurar companhia? Terei apoio? Com quem irei partilhar as minhas preocupações?".
Felizmente, existem algumas associações dirigidas a mães solteiras, às quais poderá pedir ajuda!
Na Maternidade, quando tiver o seu bebé, procure entrar em contacto com outras mães solteiras. Troque informações e contacto com elas, pois, acredite, pode vir a instalar-se uma verdadeira solidariedade entre vocês! Portanto, não se isole na sua timidez, fale aos médicos e enfermeiros sobre a sua situação, e talvez não continue só por muito tempo.
Se tem a sorte de ter uma família compreensiva que sabe ampara-la, ainda assim é bom ter contactos exteriores - verá que são benéficos para si e para o seu bebé.



Quanto ao pai ausente, se tem dele uma imagem traumatizante e desvalorizante, arrisca-se a projetar sobre o seu futuro filho sentimentos de amargura, frustração e rejeição. É importante tentar separar o bebé dessa imagem negativa, permitindo que se desenvolva como um ser independente em termos afetivos; se o seu bebé estiver, desde o início, sob a carga de um passado tão pesado, todo o seu desenvolvimento poderá sofrer as consequências, e a relação mãe e filho arrisca-se a ser constantemente perturbada em vez de descontraída.
Imagino que não é fácil! Mas se não conseguir obter esta evolução, não hesite em falar dela ao médico, ou à Assistente Social, ou ao Psicólogo.



Quando a criança está associada a recordações positivas, é evidente que os projetos são mais fáceis, e a vida imediata também.
Mas, qualquer que seja a sua imagem, e ainda que fisicamente não esteja lá, o pai deve ter lugar na vida da criança: este lugar terá de ser assegurado pela mãe, falando do pai ao futuro filho. Nem sempre será fácil, mas se não o conseguir fazer, será este quem, mais tarde ou mais cedo, irá procurar esse pai, e irá censura-la por lho ter ocultado, quaisquer que tenham sido as circunstâncias!